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Porque ajo de forma auto-destrutiva quando quero ter sucesso?

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Ver fonte da imagem Procuro perceber a toda a hora quais são os gatilhos que desencadeiam certas emoções que conduzem à destruição, como a vontade de gritar com as pessoas por tudo e por nada, de desistir de qualquer empreendimento que tenho em mãos, ou a simples inação pertante tarefas que certamente aumentariam a minha produtividade e bem estar. O que é que está por trás e os suas consequências, mas também o que faz com que o que essas consequências se manifestem é o que preciso urgentemente entender para travar este tipo de comportamentos destrutivos e começar um ciclo em que sou eu que controlo conscientemente as minhas acções.  Às vezes penso que o problema está na minha incompetência em lidar com os resultados de certas acções positivas. Ou poderá ser que determinados gatilhos me façam reviver algo muito negativo que está recalcado no inconsciente e me causou um sofrimento muito muito grande. E perante essa emoção causada por esse reviver, a ansiedade, o desânimo, a impaciên

Sobre a Depressão Major, severa ou grave

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Ver fonte da imagem   "A depressão é uma perturbação psiquiátrica do humor que pode ser muito grave, causando sintomas que envolvem o  corpo, o humor, os pensamentos e os comportamentos. Afeta a forma como a pessoa se sente em relação a si própria, a forma como a pessoa pensa sobre as coisas e as pessoas que a rodeiam,  e a forma como lida com as atividades de vida diárias, como dormir, alimentar-se ou trabalhar."  (...) " A perturbação depressiva major representa a condição clássica neste tipo de perturbações. Manifesta-se por uma combinação variável de sintomas depressivos que, pela sua intensidade, interferem com a capacidade da pessoa trabalhar, estudar e divertir-se. Um episódio depressivo major pode ocorrer apenas uma vez mas, mais frequentemente, vários episódios sucedem-se ao longo da vida. Uma depressão major cr ónica po de levar a tratamentos mantidos por vários meses, anos ou até indefinidamente."  (...) "A escolha do tratamento vai depe

Pessoas deprimidas sugam energia como um buraco negro

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Ver fonte da imagem É muito difícil sofrer de depressão. Quem passa por isso sabe bem. Aquela sensação de mal estar, de se sentir o pior do mundo e de ninguém nos entender. Ninguém nos entender.... esta questão tem que ser analisada mais ao pormenor.  Lidar com uma pessoa com depressão é simplesmente esgotante. É como se essa pessoa fosse uma espécie de buraco negro, sugando tudo à sua volta. Cada um anda a fazer o que pode para manter os níveis de felicidade, energia, auto-estima, entre outras coisas positivas de forma a se sentir bem. E trata-se de uma luta constante, diária, para cada pessoa, mesmo que seja super-saudável. Esta luta é individual, ou seja, os resultados que se conseguem dão apenas para uma única pessoa.  Por outro lado o indivíduo deprimido tem um défice muito grande delas. Sem estar preenchido, funciona como um iman, tentando atrair o que está à sua volta. E o que faz? Vai buscar aos que o rodeiam, principalmente aos que mais gostam dele. Estes ficam com nívei

Como o inconsciente encara a Pandemia?

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Ver fonte da imagem Neste contexto inédito para a maioria de nós, é imperioso o auto-controlo, a todos os níveis, começando pelo emocional, pois com este descontrolado tudo o mais descamba. Muito se tem falado de que ter ansiedade, sentir-se inseguro, é normal. Mas para aqueles que viviam antes estes problemas, para os quais os mesmos começaram muito antes de o novo coronavirús ser um problema, certamente os níveis do "normal" não se adequam. Primeiro, há que perceber de onde vem a ansiedade e insegurança que os afligia. Existe algo que as desencadeia e, uma vez que vive no subconsciente, provavelmente em contradição com o consciente, não se conseguem controlar. A adição de um novo problema pode não ser prejudicial. Pode ser encarado com o um desafio, pode ser visto como uma "esperança" para curar os problemas anteriores. Quem sofre anseia por um mágico, um milagre, que os retire desse sofrimento. E esta pandemia, este isolamento forçado, pode ser esse mágico!

Pandemia: o encontro com nós próprios

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Ver fonte da imagem Como é que um bichinho tão minúsculo que é invisível consegue dar a volta ao mundo? Nada jamais será como era. Escondido atrás das mudanças visíveis ou previsíveis, está algo completamente desconhecido e imprevisível, com um potencial de transformação muito superior ao do vírus: o encontro com nós próprios, isto é, com o nosso melhor amigo e o nosso pior inimigo. Parece estranho o que acabei de escrever, mas vejamos: neste momento centenas de milhões de pessoas em todo o mundo estão confinadas às suas casas, sozinhas ou com um número reduzido de pessoas. A convivência permanenente com aqueles que só se viam de manhã e à noite ou em fins de semana e ferias controladas pela hora de voltar ao trabalho ou à escola e partilhadas com todo o tipo de distrações convidadas, só pode ter consequências. E não é por acaso que se convidam tantas distrações: fazemos-lo como forma de evitar o confronto com o outro e connosco. Temos medo de ficar sozinhos, temos medo de nos ouv

Somos bons e maus ao mesmo tempo

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Ver fonte da imagem Eu acho que não há pessoas boas nem pessoas más. Todos somos bons e maus ao mesmo tempo. Não tem a ver com as imperfeições em si, mas com as imperfeições que os outros percepcionam, ou com a nossa reacção à nossa percepção das imperfeições dos outros. Por isso eu já estou preparada para um dia todas as pessoas que eu conheço me magoarem, se afastarem, eu ter que me afastar. É como se fizesse parte da vida e eu já aceitei isso. Quando conheço alguém, penso “esta pessoa vai embora algum dia, um dia vai ser má ou vai achar que eu fui má”. Isso não me afasta dela, convivo com ela como se achasse que ela irá ficar minha amiga para sempre. Se tiver que fazer bem, faço, muitas vezes aceito sacrificar-me para o bem dessa pessoa, mas de cada vez que o faço sei dentro de mim que essa pessoa um dia vai esquecer tudo isso e agir da mesma forma como se eu não tivesse feito nada. É a minha natureza ajudar, não posso fugir disso. O que eu fizer, mal ou bem, fica na minha

Cicatrizes do passado

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Ver fonte da imagem Muitas pessoas me apontam os meus defeitos, os meus erros, os meus falhanços. Baseiam-se em comparações com pessoas da minha idade e com a mesma formação académica. A maioria das pessoas compara, julga e tira conclusões sem saber o presente das pessoas, muito menos o passado. O meu passado deixou cicatrizes. A parte visível, não é entendida, nem será entendida nunca, pois eu não faço questão de andar por aí a contar a minha história. As minhas cicatrizes fazem-me falhar constantemente em diversas áreas da minha vida. Limitam-me em muitos aspectos, com os quais tenho que lidar diariamente. Mas pensam que me sinto incapaz, falhada? NÃO!! Nem um pouco! Porque eu sei que, para o que eu passei, sou uma heroína! Sobrevivi, física e mentalmente, quando eu sei que raras pessoas o teriam conseguido! Julguem-me como quiserem. Não me importa minimamente. Importa apenas a ,minha versão. Afinal, só eu e Deus sabemos a história toda!